Retrovisor

retrovisor

Por mais que eu fuja do sol que nasce ao leste
Os raios de luz inundam meu Fusca azul
Eu sigo sempre ao norte, mas no fim parece
Que rodei o mundo e voltei ao sul

Aonde quer que eu vá, vou ao redor de mim
E o futuro é um pretérito sem fim
Então como é possível se seguir em frente
Se a estrada do presente o passado asfaltou?

“Os objetos no espelho estão mais próximos do que parecem”

 

Foto de Raísa Peixoto e Júlia Colturato.

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Esta entrada foi postada em poemas.

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